Epopeia da Biblioteca da RFFSA dá mais um passo

 A RFFSA foi incluída no Programa Nacional de Desestatização em 1992, o que determinou toda a operação do sistema ferroviário fosse passada às mãos de concessionários privados. Dessa forma foi desestatizada a malha lucrativa com todos os bens operacionais, como, trens, locomotivas e outros sistemas.

Restaram sob o controle da RFFSA, todos os bens considerados não operacionais, trechos desativados, e principalmente todo o patrimonio técnico, histórico e cultural de 150 anos de ferrovia no Brasil. Em 2007, quando foi considerado o fim do procedimento de dissolução e liquidação, e decretada a extinção, foi criada a Inventariança, procedimento responsável pela transferência do espólio da empresa para a União e demais agências públicas e privadas envolvidas na extinção, etapa que se estende até os dias atuais.

Dentre esses bens existe a Biblioteca da Administração Geral da extinta RFFSA, localizada no Rio de Janeiro, que desde o início deste processo, passou por fases de abandono ruinoso, e que agora está sendo objeto de um contrato de higienização, recuperação e catalogação, que a atual Inventariança logrou assinar. O serviço estar terminado até o fim de 2016.

O Movimento de Preservação Ferroviária, desde sua criação em 1997, deu importância vital à questão da preservação dos acervos documentais e bibliográficos ferroviários em todo o Brasil, em particular da Biblioteca da RFFSA-AG e em varias oportunidades sugeriu soluções para a sua destinação. Agora abre-se uma nova porta na Universidade Federal do Rio de Janeiro para receber a possível doação do acervo ferroviário. Foram realizados contatos entre a Administradora Ninon, da Inventariança da RFFSA, responsável pela Biblioteca e o Diretor da Biblioteca do Centro de Tecnologia, prof. Francisco de Paulo, que fez uma visita ao acervo no final de junho de 2016 e declarou-se totalmente a favor da transferência. Foi também consultada a Decania do Centro de Tecnologia, que foi simpática ao projeto, ressaltando entretanto, o cenário atual de inexistência de qualquer recurso disponível.

Aguarda-se uma reunião do MPF com o Reitor da UFRJ, para sugerir a criação de um Grupo de Trabalho entre RFFSA e UFRJ para elaborar um Projeto de Transferência da Biblioteca que defina atores, métodos, custos e prazos.

Em seguida far-se-á necessária uma divulgação ampla do projeto, dentro e fora da Universidade para obter apoio material e político.

Recuperação de Acervo

Após longos meses de negociação e articulação, inicia-se a recuperação do acervo documental do Movimento de Preservação Ferroviária – MPF, que estava em uma sala na Estação Barão de Mauá, no Rio de Janeiro, dentro dos espaços do Serviço Social das Estradas de Ferro – SESEF. O acervo foi catalogado pelo Liquidante do SESEF e recebido pelo MPF e pela Associação dos Engenheiros Ferroviários que o abrigará em suas instalações.

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Informativo AFPF de julho 2016

  • Quem somos?
  • O começo de tudo
  • #OBondeChegou #OBondeVoltou #VLTCarioca
  • Você sabia?
  • O Metrô e os Jogos Olímpicos

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Informativo AFPF de agosto 2016

  • Editorial - Ferrovias e Olimpíadas
  • Telégrafo da estação
  • Trechos do discurso do presidente Lula no evento Brasil nos Trilhos/2006
  • Evento ferroviário
  • AFPF busca apoio p/ Mauá junto à SETRANS

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Retirada de Trilho em Dona Euzébia

Amigos dos Povos (sem) Trilhos da Zona da Mata, redondezas e outras Regiões.

Estamos acompanhando abismados o processo da retirada dos trilhos da antiga Linha Mineira em Dona Euzébia, na Zona da Mata.
 
Parabéns aos envolvidos nessa luta inglória e em especial à ONG Pacto Ambiental pela oportuna intervenção em tempo hábil, denunciado o corte de árvores não autorizado para retirada dos trilhos e com isso impedindo a retirada de parte restante dos trilhos.

Loco 51 da Leopoldina, passeia em Além Paraiba/MG

No dia 16/07/2016, a Loco 51 da Leopoldina, após reformada pela ONG "Além nos Trilhos", de Além Paraiba/MG, fez um passeio teste entre Além Paraiba e Porto Novo do Cunha. Veja o video abaixo:

 A Locomotiva 51 volta aos trilhos

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Ministério Público Federal diz que país já perdeu R$ 40 bilhões com malha ferroviária largada após privatização

Instituição afirma que 16 mil quilômetros de ferrovias foram desprezados e pede investigação ao TCU

AGNALDO BRITO
ENVIADO ESPECIAL A MIRACATU (SP)

 O ex-mascate Marino Soffiati, 47, precisou de tempo para entender como 360 metros de trilhos desapareceram numa madrugada. Parado sobre o talude de brita vazio, onde um dia repousou o quilômetro 221 da estrada de ferro Cajati-Santos, Soffiati avistara apenas as marcas do maçarico no chão.

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